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18.7.03


Sempre que posso publico um pequeno texto ou poema que não fale nem da paz universal nem da guerra total nem das bombas letais ou dos assassinatos globais, muito menos da bandidagem institucionalizada que governa o desgoverno do dia-a-dia de mais da metade do mundo.
Sim, publico apenas uma tomografia virtual do nosso ser interior, para que não esqueçamos que muito mais do que imaginamos, que muito além das ideologias e dos dogmas e dos programas e dos projetos, somos apenas o poucomuitotudo que somos: crianças cheias de medo e de ternura, brincando de adultos fantasiados de guerreiros ou profetas.
Hoje é a vez de um texto escrito por uma das tantas crianças que me habitam, e dedicado a todos os adultos que pensamos ser aquilo que sonhamos que somos, e não aquilo que a realidade quer que sejamos. Leia aqui

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14.7.03


Hoje é o "quatorze juillet", ou seja, o dia nacional da França.
Aproveito a data para republicar um pequeno texto que escrevi há um par de meses em memória de uma grande amiga minha que morreu no Iraque vítima dos bombardéios indiscriminados das forças do bem. E o faço hoje pelo fato dela ter nascido na França. E o faço aqui porque sei que muitos de vocês a conheceram.
Para ler o que que escrevi em sua homenagem, basta com clicar aqui.

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13.7.03


Há noites que passam em branco. Outras, que deixam lembranças. Umas poucas valem por todas as noites vividas e por viver.
Veja como transcorreu a minha. Leia clicando aqui.

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Uma tomografia das entrelinhas do dia-a-dia. Um olhar de viés aos fatos que diariamente nos atropelam.